sábado, 28 de agosto de 2010

DEUSES EGÍPCIOS: MAAT

MAAT
MAAT
Deusa egípcia da Justiça e do Equilíbrio. 
É representada por uma mulher jovem portando em sua cabeça uma pluma.
A atividade crucial de Maat ocorria no Palácio das Duas Verdades (Maati), onde os mortos iam para o julgamento final.
 Após o falecido confessar seus pecados, seu coração era colocado em um prato de balança, enquanto no outro estava uma pena de avestruz simbolizando Maat (a verdade). Por vezes era, ela mesma, a balança. MAÁT, esta deusa, que traz na cabeça uma pluma de avestruz, representa a justiça e a verdade, o equilíbrio, a harmonia do Universo tal como foi criado inicialmente. 
É também a deusa do senso de realidade. Filha de Rá e de um passarinho que apaixonando-se pela luminosidade e calor do Sol, subiu em sua direção até morrer queimado. No momento da incineração uma pena voou. Era Maat. 
É a pena usada por Anúbis para pesar o coraçáo daqueles que ingressam no Dwat. Em sociedade, este respeito pelo equilíbrio implica na prática da equidade, verdade, justiça; no respeito às leis e aos indivíduos; e na consciência do fato que o tratamento que se inflige aos outros pode nos ser infligido. 
É Maát, muito simbolicamente, que se oferece aos deuses nos templos. 
Protetora dos templos e tribunais.

DEUSES EGÍPCIOS: BASTET

BASTET
BASTET
A deusa gata. Protetora dos gatos, das mulheres, da maternidade, da cura. 
Era guardiã das casas e feroz defensora dos seus filhos, representando o amor maternal.
Tem grande ligação com a Lua.
Representada com uma ninhada de gatinhos a seus pés, simbolizando a Fertilidade.
O Templo de Bastet, era em Bubastis (cidade do Delta do Nilo), cujo nome em egípcio "Per-Bast" (significa "a casa de Bastet"), mantinha gatos sagrados que eram embalsamados em grandes cerimônias quando morriam, porque eram considerados como encarnação da deusa.
O gato doméstico foi trazido para o Egipto por volta do ano 2.100 a.c., é considerado um ser divino, ao ponto que quando um deles morriam de morte natural, as pessoas da casa raspavam as sobrancelhas em sinal de luto.O símbolo do GATO PRETO era utilizado pelos médicos egípcios para anunciar a sua capacidade de cura.
Os gatos eram tão sagrados no antigo Egipto, que quem matasse um gato era condenado à pena de morte.
BASTET, uma gata ou uma mulher com cabeça de gata simbolizava a deusa Bastet e representava os poderes benéficos do Sol. 
Seu centro de culto era Bubástis, cujo nome em egípcio ( Per Bast ) significa a casa de Bastet. Em seu templo naquela cidade a deusa-gata era adorada desde o Antigo Império e suas efígies eram bastante numerosas, existindo, hoje, muitos exemplares delas pelo mundo. 
Quando os reis líbios da XXII dinastia fizeram de Bubástis sua capital, por volta de 944 a.C., o culto da deusa tornou-se particularmente desenvolvido.

DEUSES EGÍPCIOS: HATOR

HATOR


A deusa Hator
A deusa Hator, por exemplo, é adorada na forma de uma mulher com chifres de vaca e um disco solar na cabeça, como uma mulher com cabeça de vaca ou simplesmente uma vaca, cujo ventre salpicado de estrelas formava o céu. A serpente e o corvo entram na composição dos emblemas que acompanham a sua imagem. Hator é uma das deusas mais veneradas, conhecida como “dama da embriaguez”. Na mitologia Egípcia é a deusa do céu, filha do deus Sol, Ra, deusa da fertilidade, protetora das mulheres, da astrologia, do casamento, dos vivos e dos mortos, também era deusa do Amor e da Beleza. É freqüentemente descrita como a mãe de todos os Faraós do Egipto. A deusa Hator representava o amor e sexualidade e é associada com os aspectos eróticos do vinho e da dança. 
A deusa Hator
O Faraó era o filho de Hator e portanto, todas as sacerdotisas do Faraó eram automaticamente sacerdotisas de Hator.
A deusa Hator
HATOR, personificação das forças benéficas do céu, depois de Isis, é a mais venerada das deusas. Distribuidora do amor e da alegria, deusa do céu e protetora das mulheres, nutriz do deus Hórus e do faraó, patrona do amor, da alegria, da dança e da música. Também é a protetora da necrópole de Tebas, que sai da falésia para acolher os mortos e velar os túmulos. Seu centro de culto era a cidade de Dendera, mas havia templos dessa divindade por toda parte. É representada na forma de uma mulher com chifres de vaca e disco solar na cabeça, uma mulher com cabeça de vaca ou por uma vaca que usava um disco solar e duas plumas entre os chifres. As vezes é retratada por um rosto de mulher visto de frente e provido de orelhas de vaca, a cabeleira separada em duas abas com as extremidades enroladas.

DEUSES EGÍPCIOS:SETH

SETH
SETH
SETH, personifica a ambição e o mal. Considerado o deus da guerra e Senhor do Alto Egito durante o domínio dos Hicsos, tinha seu centro de culto na cidade de Ombos. Embora inicialmente fosse um deus benéfico, com o passar do tempo tornou-se a personificação do mal. Era representado por um homem com a cabeça de um tipo incerto de animal, parecido com um cachorro de focinho e orelhas compridas e cauda ereta, ou ainda como Tífon, um animal imaginário formado por partes de diferentes seres, com a cabeça de um bode, orelhas grandes, como um burro. Associavam-no ao deserto aos trovões e às tempestades. Identificado com o lado negativo da lenda, a luta entre Osiris e Seth era a luta da terra fértil contra a areia do deserto.
Senhor do submundo, do caos, deus da desordem, da injustiça e da ambição. Deus das Tempestades e dos Trovões, que o permite o atormetar os demais. Inimigos de todos os deuses. Nasceu prematuro e ao nascer rasgou o ventre da mãe. Seth representa a esterilidade e a maldade.
Era casado com sua irmã Neftis, mas Néftis amava o seu outro irmão Osíris.
Seth odiava seu irmão Osíris e travaram a luta do bem contra o mal.
Era inimigo da paz e da properidade e, assim, inimigo do Faraó.
Seth ameaçava as colheitas e rebanhos com sua influência negativa.

Os arqueólogos foram incapazes de determinar a identidade do estranho animal que representa Seth e há uma teoria que este animal era tão odiado como a personificação do diabo, que foi caçado e massacrado até a extinção.

DEUSES EGÍPCIOS: AMON

AMON
AMON
Amon literalmente significa ‘o invisível’ e há algumas histórias sobre ele, apesar dele ter sido considerado o criador de todas as coisas.
Independente da falta de um passado mitológico, ele obteve grande importância.
Durante o reino do meio, um centro de culto à Amon cresceu em Tebas (moderna Luxor), onde era associado com o deus do sol Rá e adorado como Amon-Rá. 

Mais tarde, ele foi o favorito da família real e, na 18a Dinastia, ele superou todos os deuses.
Durante esta época, um templo magnífico foi construído para ele em Karnak, que ainda está de pé nos dias de hoje.

DEUSES EGÍPCIOS: RÁ

 RÁ
RÁ
Rá tinha várias formas durante o dia.
Ele era um deus vivo de dia e morto à noite.
Ele nascia de manhã como uma pequena criança, se transformava em homem no meio do dia e era um velho ao pôr-do-sol – para então renascer na manhã seguinte.
Durante este tempo, ele navegava pelo paraíso em um barco chamado ‘Barca de Milhões de Anos’.
Dessa forma, os egípcios explicavam o movimento do sol no céu.
O culto de Rá ao sol era baseado em Heliopolis. 

Acredita-se que ele tenha sido o pai dos reis e de todos os deuses importantes

DEUSES EGÍPCIOS:NUT e GEB

NUT e GEB
NUN, é a divindade mais primitiva do panteão de Heliópolis. 
Personificava o abismo líquido ou as águas primordiais, a partir do qual todo o mundo foi criado; é a divindade mais velha e sábia de todas. 
Era representado como um homem barbado, com uma pena na cabeça e portando um cajado. 
É uma divindade bissexual e à vezes masculino. 
Nun gerou Atun (o sol nascente) e Re ou Rá (o sol do meio dia).Nut e Geb são retratados como amantes apaixonados. 
Durante o dia eles eram separados por Shu, o deus do ar. Mas à noite, Nut descia para fazer amor com Geb. Se houvessem tempestades durante o dia, o egípcios acreditavam que era a aproximação de Nub da terra para encontrar Geb. 
O amor deles deixou o marido de Nut, Rá com raiva, que decretou que ela não poderia ter filhos durante os 360 dias do ano.
 Infeliz, Nut pediu ajuda a Thoth, o deus da sabedoria. Thoth roubou luz da lua para criar cinco dias novos (fazendo com que o ano durasse 365 dias); foi quando Nut deu vida a quatro crianças.
NUT, deusa do céu que acolhe os mortos no seu império, é muitas vezes representada sob a forma de uma vaca. Com o seu corpo alongado, coberto por estrelas, forma o arco da abóbada celeste que se estende sobre a terra. 
É como um abraço da deusa do céu sobre Geb, o deus da Terra. Nut e Geb são pais de Osiris, Isis, Seth, Néftis e Hathor. Osiris e Isis já se amavam no ventre da mãe e a maldade de Seth, logo ficou evidente, quando ao nascer, este rasgou o ventre da mãe.
GEB, o deus da Terra é irmão e marido de Nut. 
É o suporte físico do mundo material, sempre deitado sob a curva do corpo de Nut. Ele é o responsável pela fertilidade e pelo sucesso nas colheitas.
 Ele estimula o mundo material dos indivíduos e lhes assegura enterro no solo após a morte. Geb umedece o corpo humano na terra e o sela para a eternidade. Nas pinturas é sempre representado com um ganso sobre a cabeça.

A MORTE NO EGIPTO

MUMIFICAÇÃO 
A MORTE NO EGIPTO
Nada era mais importante para os egípcios do que alcançar a vida eterna e eles faziam de tudo para chegar até lá. 
De feitiços rituais, a embalsamamento e construção de tumbas magnifícas, quanto mais dinheiro eles tinham, mais eles gastavam nas suas preparações para a morte.
Os egípcios acreditavam que cada pessoa tinha um corpo físico e um ‘ka’ – uma força de vida que continuava após a morte.

 Este ka precisaria da mesma sustentação que uma pessoa viva, além de entretenimento e os instrumentos de seu comércio. 
Todos estes itens eram colocados em sua tumba.
 Principalmente, o ka precisaria se reunir com o corpo físico, e é por isso que os corpos eram mumificados. 
Os mortos tinham que se juntar ao seu ka para alcançar vida depois da morte mas, como o corpo físico não poderia fazer a jornada da tumba para o submundo, o ‘ba’ da pessoa, ou personalidade, o fazia.
Quando o ba e ka se uniam, eles faziam a jornada final para o céu, luz do sol e estrelas, onde os mortos ressuscitavam como um ‘akh’ (ou espírito) e viviam para sempre.
MUMIFICAÇÃO 

O primeiro passo da mumificação era remover os órgãos internos através de um corte no lado. 
O coração – reconhecido como o centro da inteligência e força da vida – era mantido no lugar mas o cérebro era retirado através do nariz e jogado fora. 
Os órgãos remanescentes eram armazenados em jarras de canopo.
Em seguida, o corpo era empacotado e coberto com natro, um tipo de sal, e largado para desidratar durante 40 dias. 
Então era empacotado com linho ensopado de resina, natro e aromáticos e as cavidades do corpo eram tapadas.
 Finalmente, ele era coberto de resina e enfaixado, com os padres colocando amuletos entre as camadas. Todo o processo – acompanhado de orações e encantos – levava cerca de 70 dias mas preservava os corpos durante milhares de anos.
O LIVRO DOS MORTOS
O Livro dos Mortos evoluiu dos Textos da Pirâmide do Velho Reino – os textos funerários mais velhos do mundo. Esses encantos e rituais eram inscritos nas paredes da tumba de egípcios de alta classe apenas.
 No Reino do Meio estes segredos tornaram-se disponíveis para qualquer um que pudesse pagar um ritual de funeral e eram inscritos dentro dos caixões, para que as múmias ‘lessem’.
 Eventualmente, os textos de caixão se transformaram no Livro dos Mortos que era bastante usado durante o Novo Reino.
O coração era o centro da vida dos egípcios, por isso quatro feitiços eram dedicados para proteger o coração do morto. 
Feitiço número 23, a ‘Abertura da Boca’, era também crucial, já que restaurava os sentidos da múmia na vida após a morte.
CAIXÕES E SARCÓFAGOS
Os caixões mais antigos eram simples caixas retangulares de madeira decorados com olhos (para que o morto pudesse ver) e textos de caixão.
 Às vezes eles tinham uma porta falsa para que o morto pudesse ‘sair’. 
No Reino do Meio, caixões de forma humana decorados com grupos de hieróglifos horizontais e verticais que se pareciam com as faixas da múmia tornaram-se mais comuns. Os caixões eram ricamente pintados (ou dourados se reais), por dentro e por fora, com cenas de funeral, textos de funeral, deuses e deusas e escaravelhos alados.
 Uma ‘espinha dorsal’ branca pintada nas costas detalhava a descendência do morto. Quase sempre havia uma tábua pintada do formato do corpo chamado de tábua da múmia, cobrindo a múmia no caixão interior.
 Então, até quatro caixões eram colocados no sarcófago retangular com a tampa onde o cabeça de chacal Anubis sentava para proteção.

EGIPTO: AMULETOS

AMULETOS
Em sua forma mais simples, os amuletos davam proteção geral.

 O ankh, por exemplo, era um sinal de vida, enquanto que o pilar ‘djed’ era um sinal de estabilidade. 
Muitos tinham um significado literal: amuletos frequentemente protegem a parte do corpo que eles são feitos de acordo (na vida ou depois da morte), enquanto um amuleto de cabeça de cobra protegeria contra a mordida de cobras. 
Amuletos também podiam dar uma força especial; um olho daria visão e uma lebre, velocidade, por exemplo.
O amuleto mais importante era o escaravelho. 

Este besouro leva uma bola de estrume contendo seus ovos e assim passou a representar a passagem do sol através do céu e renascimento.
KHEPRA, (escaravelho, em egípcio) ou um homem com um escaravelho no lugar da cabeça também representavam o deus-Sol. 
Nesse caso o besouro simbolizava o deus Khepra e sua função era nada menos que a de mover o Sol, como movia a bolazinha de excremento que empurrava pelos caminhos. Associados à idéia mitológica de ressurreição, os escaravelhos eram motivo freqüente das peças de ourivesaria encontradas nos túmulos egípcios.
Olho de Hórus,
 também conhecido como udyat,
é um símbolo que significa poder e protecção.
Olho de Hórus
Símbolo sagrado no antigo Egito. 
O olho direito representava o Sol e o esquerdo a Lua. 
O “olho” direito de Hórus era chamado “vaca de Hathor” e servia como poderoso amuleto ou talismã, emblema do Sol Espiritual, rei do mundo, que desde seu encoberto trono vê debaixo dele todo o Universo. 
O Olho é símbolo do conhecimento e também da divindade, para quem nada permanece oculto. “Olho que tudo vê”. 
Para os gregos era “o Olho de Júpiter”, para os pársis era “o Olho de Ormuzd”. Deus Onividente, Salvador e Preservador."Que o Olho de Hórus possa tomar a frente do deus e brilhar através de sua boca" 
Os Textos das Pirâmides.
Hórus "o que governa com dois olhos".
Esta é a representação do Deus Egípcio Hórus com cabeça de Falcão. 

Na mitologia egípcia, Hórus era um dos 5 filhos de Ra e Rhea, o par original de deuses egípcios. 
Seus irmãos eram Osiris, Set, Isis e Neftis. 
O olho de Hórus simboliza a justiça implacável do olhar que tudo vê ao qual nada escapa, tanto na vida íntima como pública. 
É a representação da dedicação aos rituais e às leis, ilustrando a luta da luz contra as trevas. Símbolo também usado nos templos maçónicos.
O Olho Direito de Hórus representa a informação concreta, factual, controlada pelo hemisfério cerebral esquerdo. 
Ele lida com as palavras, letras, e os números, e com coisas que são descritíveis em termos de frases ou pensamentos completos. 
Ele aborda o universo de um modo masculino.
O Olho Esquerdo de Hórus representa a informação estética abstrata, controlada pelo hemisfério direito do cérebro. 

Lida com pensamentos e sentimentos esotéricos e é responsável pela intuição. 
Ele aborda o universo de um modo feminino. 
Nós usamos o Olho Esquerdo, de orientação feminina, o lado direto do cérebro, para os sentimentos e a intuição.
Hórus (ou Heru-sa-Aset ou Her'ur ou Hrw ou Hr ou Hor-Hekenu) era o deus egípcio do céu, filho de Osíris e Ísis. 
Tinha cabeça de falcão e seus olhos representavam o sol e a lua. Matou Seth e tornou-se o rei dos vivos no Egipto
.Perdeu um olho lutando com Seth, considerado o famoso olho de Hórus,originalmente conhecido como o Olho de Rá,que foi um dos amuletos mais usados no Egipto em todas as épocas.

EGIPTO: RITUAIS DE MUMIFICAÇÃO

OS RITUAIS DE MUMIFICAÇÃO

Mumificação
A mumificação e os rituais funerários obedeciam regras rígidas, estabelecidas pelo próprio Anúbis e duravam 70 dias.
Após a retirada dos órgãos internos, os embalsamadores colocavam as vísceras em vasos sagrados chamados "Vasos
Canopos", cada um sob a proteção de um dos quatro filhos de Hórus. 
Inseti, com cabeça de homem protege o fígado; 
Hapi com cabeça de babuíno, os pulmões; Duamutef com cabeça de cão o estômago; 
Kebehsenuf, com cabeça de falcão, os intestinos.
O coração era lacrado no próprio corpo. 
Os Egípcios o consideravam como o órgão tanto da inteligência como do sentimento e portanto, seria indispensável na hora do juízo. 
Somente à alguém com um coração tão leve quanto a pluma da verdade, o deus Osiris permitia a entrada para a vida eterna. 
Os Egípcios não davam nenhuma importância ao cérebro. 
Após extraí-lo através das narinas do morto, os embalsamadores o jogavam fora. 
Depois de secar o cadáver com sal de natrão, eles o lavavam e besuntavam com resinas conservadoras e aromáticas.
Finalmente, envolviam o corpo em centenas de metros de tiras de linho, entre essas tiras eram colocados diversos amuletos que protegiam o morto contra inimigos e demónios do mundo subterrâneo.
 Antes de a múmia ser colocada no túmulo, um sacerdote funerário celebrava a cerimônia da abertura dos olhos e da boca, a fim de devolver á vida todos os sentidos do morto.

Os egípcios acreditavam na imortalidade da alma, na sua reencarnação e que depois da morte existia uma outra vida. 
Após a morte, a alma ia ao tribunal de Ósiris, onde era julgada.
Como acreditavam na reencarnação era necessário que o corpo estivesse conservado para quando a alma regressasse ao corpo que havia habitado. 
Para isso realizavam o processo de mumificação (embalsamamento do corpo) e pintavam no sarcófago a cara do defunto para que a alma o reconhecesse.

EGIPTO: O LIVRO DOS MORTOS

O LIVRO DOS MORTOS
Tribunal de Osiris
O Livro dos Mortos, como ficou entre nós conhecido o conjunto de textos mortuários, mais de 200 fórmulas mágicas e hinos datados do Império Novo (1550 a.C.) até o período de dominação greco-romana (332 a.C.-395 d.c),.
 Encontrados sobretudo em Tebas, são geralmente conhecidos, em conjunto,como "a Recensão Tebana do Livro dos Mortos". Copiada pelos escribas desde 1600 a.C. até 900 a.C., aproximadamente; prestava-se de fato como receita a ser seguida pelas almas que adentravam no desconhecido. 
Antes, porém, destinava-se a instruir os "vivos", que, uma vez iniciados em seus segredos, poderiam melhor preparar suas almas para o derradeiro julgamento. 
Por isso, o título verdadeiro desse livro é outro; uma melhor tradução de seu nome seria "Saída para a Luz", isto é, para o dia, para o renascimento. 
Seus papiros eram comumente colocados junto ao corpo mumificado, sob a cabeça do cadáver, conforme o costume funerário egípcio. 
Outras vezes, passagens de seu texto sagrado eram transcritas nas câmaras mortuárias, principalmente sob a forma de recitações mágicas a serem proferidas pela alma em seus percalços no além.
O Livro dos Mortos evoluiu dos Textos da Pirâmide do Velho Reino - os textos funerários mais velhos do mundo. 

Esses encantos e rituais eram inscritos nas paredes da tumba de egípcios de alta classe apenas. 
No Reino do Meio estes segredos tornaram-se disponíveis para qualquer um que pudesse pagar um ritual de funeral e eram inscritos dentro dos caixões, para que as múmias "lessem". Eventualmente, os textos de caixão se transformaram no "Livro dos Mortos" que era bastante usado durante o Novo Reino.
O tema central da obra é o julgamento da alma do morto, ou melhor, a pesagem do seu coração, órgão associado à idéia da alma. 

O morto era levado por Anúbis até a sala do Tribunal, e se apresentava a Osíris e a mais 42 deuses. 
O coração era pesado numa balança pelo deus Anúbis, e Tot anotava os resultados. 
A deusa Maat, cujo nome significa "verdade", era o fiel da balança. 
Quase exclusivamente representada por uma pena de avestruz, ela se colocava sobre o outro prato da balança, a servir de contrapeso ao coração. 
Se este fosse mais pesado, a alma era considerada impura, e o cão Anúbis o atirava a uma terrível divindade híbrida, que o devorava. 
Caso seu peso fosse tão justo quanto a pena de Maat, a alma imaculada, triunfante, era então entregue aos cuidados de Osíris.
Destinavam-se a dar-lhe o poder de gozar ávida eterna, fornecer-lhe tudo o de que precisasse no Outro Mundo, assegurar-lhe a vitória sobre os inimigos, proporcionar-lhe o dom de conciliar as boas-graças de seres amistosos no além-Túmulo, ir aonde quisesse, quando e como quisesse, preservar intactos seus restos mumificados e, finalmente, permitir que sua alma atingisse o reino do divino Osíris, o vencedor da morte, que restitui a vida a homens e mulheres.

O egípcio piedoso, rei ou lavrador, rainha ou escrava, vivia com os ensinamentos do Livro dos Mortos diante dos olhos, era sepultado de acordo com suas instruções e baseava toda a sua espiritualidade e felicidade eternas na eficácia de seus hinos, orações e palavras de poder, que condensavam toda a doutrina da religião egípcia acerca de uma vida após a morte.
Até que pudesse se apresentar ao tribunal de Osíris, onde seria julgada em razão do que fora sua vida terrena, Bá, a alma (agora separada de Ká, o corpo), teria de sofrer árdua caminhada, cruzar 21 pilares, desvendar 15 entradas e passar por sete salas de provações.

SOCIEDADE EGÍPCIA

A SOCIEDADE EGÍPCIA
Sociedade hierarquizada e estratificada

  • Faraó: chefe supremo do Egipto (deus+rei) Poderes: Supremo sacerdote;administrava a Justiça;comandava o exército; juiz supremo

  • Nobres e altos funcionários (vizir)

  • Sacerdotes

  • Escribas

  • Artesãos, comerciantes e camponeses

  • Escravos
Privilegiados: Nobres;sacerdotes e escribas
Não privilegiados: Artesãos; comerciantes; camponeses


Símbolos de poder do Faraó 
Nemés (toucado real); 

Nekhbet (deusa protectora do Alto Egipto); 

Uraéus (serpente protectora dos faraós); 

Barba postiça (simbolo de imortalidade); 

Ceptro (que guia o povo); 

Chicote (que ameaça os inimigos).

ARTE EGÍPCIA

A ARTE EGÍPCIA

LEI da FRONTALIDADE: 
as figuras eram representadas de frente, olhando na direcção do horizonte e não mostravam movimento









LEI da HIERARQUIA
Mais poderoso maior e povo mais baixo
LEI da HIERARQUIA:
as figuras são maiores ou mais pequenas conforme a condição social.









Arquitectura: Características:monumentalidade grandiosidade durabilidade uso da coluna


Pintura: Temas Cenas religiosas Quotidiano Hieróglifos

Escultura:Estátuas colossais, pequenas e relevo

Artes decorativas: Ourivesaria;olaria;mobiliário

ESCRITA DO EGIPTO ANTIGO:HIERÓGLIFOS

HIERÓGLIFOS
Os signos hieroglíficos foram desenhados em linhas verticais ou horizontais, podendo a leitura ser feita da esquerda para a direita ou vice-versa, sendo o sentido fixado pelos signos figurativos dos homens ou animais, tendo estes a cabeça voltada para o início da linha.


SÊ UM ESCRIBA ESCREVE O TEU NOME EM HIEROGLIFOS





CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA: A MALDIÇÃO DE TUTANKAMON

O TRIBUNAL DE OSÍRIS

O TRIBUNAL DE OSÍRIS: JULGAMENTO DA ALMA 
O Livro dos Mortos como é conhecido popularmente é o nome dado a uma coletânea de textos e hinos religiosos do Antigo Egito, escritos em sua maior parte em rolos de papiros e colocados nos túmulos junto das múmias.
A principal função dos textos era ajudar o morto em sua viagem para o outro mundo, garantido-lhe uma passagem segura na viagem para o Além. “[...]
Aqueles que podiam pagar uma cópia do texto adquiriam uma espécie de seguro de vida para o mundo do além. Se esses escritos fossem enterrados com o defunto, este saberia exatamente o que devia dizer quando estivesse na Sala das Duas Verdades, submetido a julgamento por Osíris e demais deuses e advogando por sua vida eterna.” (DERSIN, 2007, p. 152)
 O julgamento após a morte preocupava muito os antigos egípcios.
E por isso acredita-se que principalmente os faraós tinham uma responsabilidade muito grande em vida de não cometer injustiças com o povo.
Os textos eram atribuídos ao deus da escrita Thot. Nas eras mais remotas do antigo Egito, apenas os nobres tinham acesso aos textos sagrados, mas com o passar do tempos a população começou a ter acesso. Todos esses textos eram intitulados pelos egípcios de “Capítulos do Sair à Luz(dia) ou Fórmulas para Voltar à Luz (dia)”


❶: O defunto (Hunefer) entra no tribunal pela mão de Anúbis, deus com cabeça de chacal, deus da mumificação, guia da morte, e declara ter levado uma vida virtuosa na Terra.
❷: A pesagem das almas: o coração, símbolo da consciência, era pesado na balança do julgamento : num prato, o coração do morto, no outro, uma pena de avestruz ( a pena de Maet, pena de avestruz que simbolizava a verdade e justiça.) se o coração for mais leve terá acesso à vida eterna (portanto sem culpas nem falhas). Para isso, era necessário que o corpo se conservasse incorrupto, para que a alma pudesse voltar a habitá-lo. Os corpos dos mortos eram, por isso, mumificados por especialistas.
❸:Amit, monstro do Nilo, devorava os mortos que tivessem sido maus em vida (isto é, quando o coração pesava mais do que a pena. O monstro devorador de corações impuros (animal mítico formado por partes de crocodilo, hipopótamo e leão)
❹: Thot (deus da escrita e escrivão do tribunal) anotava o resultado da pesagem.
❺: Confissão do defunto: “Homenagem a ti, grande Deus, Senhor da Verdade e da Justiça! / Não fiz mal algum.../ Não matei os animais sagrados/ Não prejudiquei as lavouras.../ Não sujei a água/ Não usurpei a terra/ Não fiz um senhor maltratar o escravo.../ Não repeli a água em seu tempo/ Não cortei um dique.../ Sou puro, sou puro, sou puro!”. A família também tinha obrigações com o parente do morto: deveria lhe ofertar alimentos no túmulo. Se não o fizesse, os mortos castigariam.
❻:Hórus apresentava os resultados da pesagem a seu pai, Osiris (o juiz supremo) e lhe dará o veredito final. ❼ Osíris presidia ao julgamento. Osíris era representado no tribunal como uma múmia com as mão e cabeça verdes, segurando um cetro, símbolo de seu poder soberano para conduzir a humanidade e um chicote, símbolo de seu poder judiciário para punir era o deus dos mortos.
❽: Ísis (1º plano) mulher de Osíris com a irmã Néftis.
❾:Tribunal encarregado de julgar as almas, era composto de 42 deuses, juízes assessores, ajudam a ditar a sentença.

SUMÉRIA

SUMÉRIOS
Código de Hamurábi
Zigurate de Ur
A partir de finais do 4º milénio a. C. formaram-se várias cidades nas regiões entre os rios Tigre e Eufrates numa região chamada Mesopotâmia e formaram a mais antiga civilização histórica.
Terras de aluvião com cheias e os Sumérios aprenderam a controlar as cheias constuindo diques e canais.
Cidades-estados: Ur, Uruk, Lagash, Nippur e Kish.
O principal contributo foi a invenção a primeira forma escrita (escrita cuneiforme) e o Código de Hamurábi de natureza jurídica.
Astronomia: Zigurates (observatórios dos astros) e também santuários
Matemática:Sistema de cálculo de pesos e medidas
Arquitectura: Zigurates;Palácios e Templos

FENÍCIOS

Fenícios
 Hábeis marinheiros e comerciantes esclarecidos, os Fenícios fundaram colónias e feitorias em toda a orla mediterrânica e até na fachada atlântica da Península Ibérica, chegando as suas navegações ao Sudoeste de Inglaterra - em busca de estanho nas ilhas Cassitérides, hoje Scilly, junto à Cornualha. Encetaram mesmo viagens exploratórias ao longo da costa ocidental africana (périplo de Hanaan, no século V a. C., segundo tradução grega com o mesmo título). 
O Atlântico foi, comprovadamente, por eles atingido no século XI a. C. 
Os Fenícios são um povo de origem semita, proveniente do Golfo Pérsico, que se estabeleceu entre o litoral mediterrânico e os montes do Líbano, em meados do século XXIV a. C. 
Fundaram cidades costeiras, como Biblos, Sídon e Tiro, entre outras, onde o comércio era a atividade essencial.
 A sua expansão desencadeou-se devido ao declínio das potências continentais da região e também ao desaparecimento da marinha de Creta e de Micenas, potências navais do II milénio a. C. no Mediterrâneo Oriental. 
Até ao século VIII a. C., quando começaram as navegações gregas a cruzar este mar e a fundar colónias e entrepostos, os Fenícios foram os senhores das suas rotas e pontos estratégicos, principalmente a nível comercial, não tendo concorrência durante mais de trezentos anos. 
As cidades fenícias eram também cidades-estados como as das várias civilizações do Crescente Fértil, mas diferenciadas das pólis gregas.
 Na Fenícia, eram governadas por oligarquias mercantis que dirigiam quer os territórios quer os negócios e atividades marítimas. 
Atuaram sempre neutralmente, o que os secundarizou na Antiguidade em termos político-militares. As alianças faziam-nas por vezes, mas só com os mais fortes, pois interessava sobretudo proteger o comércio
.As navegações fenícias tinham objetivos marcadamente mercantis: a procura e a compra de minérios e escravos para revenda posterior em todo o mundo conhecido onde pudessem chegar os mercadores fenícios, que também comerciavam madeiras do Líbano, tecidos de púrpura e objetos de arte produzidos pelos seus exímios artesãos em oficinas familiares. 
Assim, descobriram todo o Ocidente mediterrânico, onde determinaram escalas
Mapa da Fenícia e suas rotas comerciais
permanentes que serviam de base de apoio às suas frotas comerciais que operavam naquele mar e estiveram na origem, mais tarde, de novas cidades - como Utica (depois Cartago), no Norte de África; Cádiz, Málaga e Elche, em Espanha. 
Também mercadejavam no Mar Vermelho e até no Báltico.Toda esta vida em volta do comércio e o conjunto de necessidades que os mercadores tinham conduziram gradualmente à elaboração de uma escrita simplificada, depois propagada pelos seus barcos e caravanas nos portos e terras importantes da Antiguidade.
 O alfabeto fenício é considerado, por alguns, antepassado direto do grego e indireto do latino. 
A sua origem, porém, é dúbia: provirá dos hieróglifos egípcios ou dos caracteres cuneiformes sumérios. 
A língua, conhecida através das inscrições, é nitidamente semita, parecida com o hebraico. Os Fenícios alcançaram brilho na indústria (bronze, púrpura, joias, móveis e principalmente vidro, de que se pensa serem os inventores), na difusão e ensino das técnicas de navegação, de comércio e indústria junto de outros povos (como os Gregos).
 Eram também excelentes imitadores de objetos de arte grega, assíria ou egípcia, embora tivessem arte escultural própria.
A religião era naturalista, como na vizinha Síria antiga. O deus supremo era Baal (ou Baal Kart) e a deusa Astarte.Após 750 a. C., a Fenícia manteve-se como potência marítima e comercial, embora com a crescente concorrência grega. 
Outros impérios em ascensão (ou renascimento) impuseram-lhe, por outro lado, a sua tutela, exigindo tributos: Assírios, Babilónios e Persas. 
A resistência de algumas cidades conduziu a cercos incontáveis, como o de Sídon em 677 a. C. ou o de Tiro, tomada por Nabucodonosor em 572, após treze anos de sítio. 
As cidades fenícias perderam então os monopólios das rotas e produtos comerciais, principalmente em proveito dos Gregos, mas não perderam a sua importância como centros comerciais e artesanais da Antiguidade, mesmo com o domínio romano no século I a. C. (depois de Cartago) e o domínio árabe no século VII d. C.

Alfabeto Fenício
Nascimento: Entre os séculos XIII e XI a.C.
Lugar onde surgiu: Oriente Médio, nas antigas cidade de Biblos e Tiro
Número de símbolos: 22
Algumas línguas que o utilizam: fenício e diversas outras línguas da Antiguidade, da região onde ele foi inventado.
Sentido de leitura: Da direita pra a esquerda
Funcionamento: Consonantal.
Não está mais em uso, mas é o ancestral de quase todos os alfabetos e está na origem da línguas semíticas e da maior parte das línguas indo-europeias.

HEBREUS

A história dos hebreus tem início em aproximadamente 2000 anos a.C. e seu registro histórico se baseia principalmente em relatos bíblicos do Antigo Testamento sobre o cotidiano, os costumes e os ritos dos judeus.
 O povo hebraico origina-se da região da Palestina, localizada entre o deserto da Arábia, Líbano e Síria.
Moisés Travessia do Mar Vermelho
Moisés, um guerreiro egípcio a favor de Israel
Na proximidade do Mar Mediterrâneo e cruzada pelo rio Jordão, a região da Palestina era considerada um dos mais importantes centros comerciais do mundo antigo.
Era uma região de conflito uma vez que era habitada por diferentes povos que disputavam territórios, bens e poder, sendo palco da histórica briga árabes e palestinianos, que perdura até os dias de hoje.
 Os hebreus são um povo com origem semita que se diversificaram de outros povos contemporâneos a eles por meio de uma crença religiosa monoteísta e por possuírem um líder religioso, Moisés.
A palavra hebreu significa de maneira literal: “povo do outro lado do rio”, referindo-se ao Rio Eufrates, uma vez que a base de seu povoado deu-se após realizarem a travessia do rio e se fixarem na chamada “terra de Canaã”.
Além dos hebreus, os árabes também são um povo de origem semita.
 A civilização hebraica foi uma das que mais exerceu influencia sobre a civilização presente, em todas as partes do mundo, uma vez que a sua religião, o judaísmo, forneceu subsídios para a constituição do cristianismo e do islamismo.
Os Dez Mandamentos
 As informações e conhecimentos difundidos sobre os hebreus advém principalmente dos relatos da Bíblia além de investigações arqueológicas e relatos de historiadores.
 Aproximadamente em 1350 a.C., sob a liderança de Moisés, os hebreus teriam fugido da escravidão de sofriam no Egito, o que segundo o relato bíblico foi possibilitado pela famosa abertura no Mar Vermelho. No ano de 1947 d.C., através de pesquisas arqueológicas, foram encontrados pergaminhos em cavernas próximas ao Mar Morto em que se obtiveram mais detalhes sobre a vida dos hebreus.
 A população hebraica era organizada em vários clãs patriarcais que eram tribos seminômades. Essas tribos familiares dedicavam-se à criação de gado em pastagem próximas a oásis espalhados pelo deserto da Arábia.
Por influencia de seus crenças religiosas os hebreus fundaram uma religião monoteísta baseada no culto ao Deus Jeová.
Os hebreus seguiam a liderança de homens que eram escolhidos por Jeová e consideravam-se uma nação santa que deveria expandir a sua população pela terra, desse modo, as famílias eram muito numerosas em integrantes.
As mulheres recebiam o papel de criar os filhos e manter o lar, enquanto os homens tinham a função de administrar as tribos e obter o sustento da família.
 No chamado período dos patriarcas, que foi a primeira parte da história política do povo hebreu, a população esteve sob o domínio da liderança de uma espécie de Rei, que era um membro de uma das tribos que possuía o poder jurídico, militar e religioso.
Com relação à atividade económica os hebreus sustentavam-se por meio de trabalhos pastoris de carácter nômade, ou seja, o povo deslocava-se constantemente para regiões mais férteis.

Alfabeto Hebraico
Nascimento: décimo século antes de Cristo
Lugar onde surgiu: Oriente Médio
Número de símbolos: 22
Algumas línguas que o utilizam: hebraico, aramaico, ídiche, judeu-espanhol, judeu-árabe, etc
Sentido de leitura: da direita para a esquerda
Sistema: Consonantal.
Escrita ainda em uso

LITERATURA: ANTIGO EGIPTO: FENÍCIA : HEBREUS