Mostrar mensagens com a etiqueta B.2.ROMA: O MUNDO ROMANO NO APOGEU DO IMPÉRIO. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta B.2.ROMA: O MUNDO ROMANO NO APOGEU DO IMPÉRIO. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

ROMA E O IMPÉRIO ROMANO



Exército Romano
Mediterrâneo: Lago romano




ROMA

Segundo a lenda, Rómulo e Remo,
fundadores da cidade de Roma,
foram criados por uma loba
Introdução

A história de Roma Antiga é fascinante em função da cultura desenvolvida e dos avanços conseguidos por esta civilização. De uma pequena cidade, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade. 
Dos romanos, herdamos uma série de características culturais. O direito romano, até os dias de hoje está presente na cultura ocidental, assim como o latim, que deu origem a língua portuguesa, francesa, italiana e espanhola.
LENDA
A origem da cidade de Roma também tem uma versão lendária.
 Conta a lenda que Roma foi fundada em 753 a.C. por Rómulo e Remo, os gémeos, filhos do deus Marte, que foram abandonados às margens do Tibre logo após o nascimento e, milagrosamente, sobreviveram amamentados por uma loba. 
Sabe-se que os irmãos foram recolhidos por um pastor, Fáustulo, sendo criados por uma mulher Acca Laurentia e, quando crescidos, disputaram o trono da nova cidade. 
Os relatos apontam que Remo, para insultar o irmão, saltara as muralhas da cidade erguida por Rómulo; este lançou-se sobre Remo e matou-o dizendo: "Assim há de morrer aquele que transpuser minhas muralhas."
 Desta forma Rómulo ficou sendo o único chefe, e a nova cidade recebeu o nome de seu fundador.
GRANDES CIVILIZAÇÕES: ROMA

RELIGIÃO ROMANA: DEUSES E ATRIBUTOS

DEUSES ROMANOS E ATRIBUTOS

Júpiter:rei de todos os deuses, representante do dia
Vénus:amor e beleza
Marte:guerra
Minerva:sabedoria, conhecimento
Plutão:mortos, mundo subterrâneo
Neptuno:mares e oceanos
Juno:rainha dos deuses
Baco:vinho, festas
Febo:luz do Sol, poesia, música, beleza masculina
Diana:caça, castidade, animais selvagens e luz
Ceres:colheita, agricultura
Cupido:amor
Mercúrio:mensageiro dos deuses, protetor dos comerciantes
Vulcano:metais, metalurgia, fogo
Saturno:tempo
Psique:alma

RELIGIÃO ROMANA: JÚPITER

JÚPITER: DEUS SUPREMO DA MITOLOGIA ROMANA:deus dos deuses, senhor do Universo
Júpiter foi o Deus supremo do panteão romano
 e seus atributos eram o raio e a águia.
Deus da luz e do céu, 

protetor do estado e de suas leis.
Júpiter foi o Deus supremo do panteão romano e seus atributos eram o raio e a águia. Deus da luz e do céu, protetor do estado e de suas leis. Os romanos o adoraram como Júpiter Optimus Maximus, que significava todo-bom e todo-poderoso. Júpiter foi o protetor da liga antiga das cidades latinas. 
Na religião de Roma antiga havia uma espécie de acordo entre os homens e os Deuses, mediado por rituais, que corretamente executado haveria de ser atendida a súplica. Se houvesse qualquer falha tornaria o ritual sem êxito.
Portanto a religião romana exigia muitos especialistas que se uniam em colégios sacerdotais que zelavam pelos rituais. 

Entre eles estavam os Salios que eram Sacerdotes de Marte, Deus da guerra e os Lupércios que eram Sacerdotes de Fauno, Deus dos rebanhos. 
Os Flaminius eram os Sacerdotes de Júpiter (flamen Dialis), que não se reuniam em colégios e detinham o primeiro posto do Templo de Júpiter, o santuário mais importante de Roma, o centro da vida política, onde eram realizados os feitos oficiais inclusive as declarações de guerra e os acordos de paz.
Júpiter Optimus Maximus, (flamen Dialis).

Era a divindade suprema em autoridade e poder dentre todos os Deuses Greco-Romanos. Tudo podia, sabia e via. A águia era tida como seu símbolo sagrado. Possuía importantes templos em todo o mundo clássico. Salvo das garras de seu pai, Cronos, pela mãe (Réia) quando nasceu, foi escondido e protegido numa gruta da ilha de Creta, onde pode crescer forte e nutrido pelo abundante leite de Aix, cabra divina. 
Quando se sentiu seguro, saiu de seu esconderijo e enfrentou o pai, saindo vitorioso de sua batalha. Fazia prevalecer sua autoridade utilizando-se de poderosos raios. 
Arremessando-os, além de seus desejos supremos se realizarem, também podiam fulminar quem o contraísse. 
Teve vários amores. Dessas uniões nasceram Deuses e Semideuses famosos, tais como Apolo (Febo Apolo), Ártemis (Diana), Hermes (Mercúrio), Dionísio (Baco) e Héracles (Hércules). 
O rei dos Deuses é, geralmente, representado como um homem de físico atlético, e em suas mãos se encontram feixes de raios.

RELIGIÃO ROMANA: JUNO

JUNO : deusa da força vital, deusa dos deuses
Juno, estátua no
Museu do Louvre
ou Juno Lucina, também conhecida como Hera na mitologia grega, é a esposa de Júpiter e rainha dos deuses. 
É representada pelo pavão, sua ave favorita. Íris era sua servente e mensageira.
Juno e Júpiter tinham 2 filhos, Marte (Ares), deus da guerra e Vulcano (Hefesto), o artista celestial, que era coxo. Juno sentia-se tão aborrecida ao vê-lo que atirou-o para fora do céu. Outra versão diz que Júpiter o jogou para fora, por este ter participado de uma briga do rei do Olimpo com Juno, deixando-o coxo com a queda.
Juno possuia muitas rivais, entre elas, a bela Calisto, que Juno, por inveja da imensa beleza que conquistara seu marido, transformou numa ursa. 

Calisto passou a viver sozinha com medo dos caçadores e das outras feras da floresta, esquecendo-se de que agora ela própria era uma. 
Um dia, Calisto reconheceu num caçador seu filho Arcas, já homem. Quis correr e abraçá-lo mas Arcas já erguera sua lança para matá-la quando Júpiter, vendo a desgraça que estava por acontecer afastou-os e lançou-os ao céu transformando-os nas constelações de Ursa Maior e Ursa Menor. Juno, enfurecida por Júpiter ter dado tal privilégio a sua rival, sai à procura de Tétis e Oceanus, as antigas divindades do mar. 
Conta-lhes toda a injúria que Júpiter fizera a ela, e pede para que eles não deixem as constelações se esconderem em suas águas. Assim a Ursa Maior e a Ursa Menor movem-se em círculo no céu mas nunca descem por trás do oceâno, como as outras estrelas.
Outra de suas rivais foi Io, que Júpiter, ao sentir a presença de Juno, transforma em uma novilha. Juno, desconfiada, pede a novilha de presente. Júpiter não podia negar um presente tão insignificante a sua mulher, então, pesaroso, entrega a novilha a Juno que coloca-a sob os cuidados de Argos Panoptes, um monstro de muitos olhos, e tendo tantos, nunca fechava mais que dois para dormir, vigiando Io dia e noite. Júpiter, perturbado pelo sofrimento da amante, pede a Mercúrio que mate Argos. 

Com músicas e histórias, Mercúrio consegue fazer com que Argos feche seus 100 olhos e nisso corta sua cabeça fora. Juno entristecida recolhe seus olhos que haviam perdido toda a luz e coloca-os na cauda de seu pavão, onde permanecem até hoje.
Enfurecida, Juno persegue Io por muitas partes da terra até que Júpiter intercede por ela prometendo não dar mais atenção a Io. Juno concorda devolvendo-lhe a aparência humana.
Outro forte inimigo de Juno foi Hércules, filho de Júpiter com a mortal Alcmena. 

A este declarou guerra desde seu nascimento. 
Com uma tentativa frustrada de matá-lo quando era apenas um bebê, Juno o submete a Euristeus, que o envolve em muitas aventuras perigosas que ficaram conhecidas como "doze trabalhos".

RELIGIÃO ROMANA: VESTA

Vesta ou Héstia

Uma das doze divindade gregas do Olimpo, equivalente a deusa romana Vesta, que era adorada como uma deusa do estado, para os gregos era a irmã mais velha de Zeus, Deusa virginal da fogueira doméstica presente em todos os lares gregos, presidindo desta forma sobre a vida doméstica e sobre as coisas privadas.
 É a filha mais velha de Cronos e Réia, e considerada um dos doze deuses olímpicos mais importantes - e a mais gentil dentre todos. 
Foi engolida por Cronos e posteriormente resgatada por Zeus. Representada trajando um longo vestido, muitas vezes com a própria cabeça coberta por um véu, ela é a deusa que nunca abandona o lar, o Olimpo, e jamais se envolve nas brigas e guerras de deuses ou mortais. Ajudou-o a tornar-se dono do universo. 
Desprezou o amor tanto de Possêidon como de Apolo, resolvendo permanecer solteira. 
Como deusa de coração quente, ela representava a divindade do lar e defendia a vida da família.
 Era adorada antes dos outros deuses em todas as festas, uma vez que era a mais antiga e preciosa das deusas do Olimpo. Um juramento feito em seu nome era o mais sagrado dos juramentos. Era venerada também pelos Scythianos, que a chamavam Tabiti. 
Segundo Heródoto era uma das divindades cujo nome não se originou no Egito ou no Oriente próximo. 
O animal mais sagrado à deusa é o asno.

RELIGIÃO ROMANA: BACO

Baco
Baco : deus das festas, do vinho, do lazer e do prazerFoi concebido da união adúltera entre a mortal Sêmele e o infiel senhor dos Deuses, Zeus (Júpiter). Sileno, seu companheiro, foi quem cuidou dele no princípio; em seguida as ninfas, as Bacantes, sátiros e pastores. 
Ensinou o homem a cultivar os vinhedos, tornando-se por excelência o Deus do Vinho e dos efeitos que essa bebida causa sobre a mente. 
Patrocinava as festas e as comemorações, principalmente aquelas em que a luxúria imperava - comuns durante o antigo mundo clássico, com especial destaque para o período do Império Romano. 
Dionísio (Baco), era sempre representado com folhas de parreira e cachos de uva adornando a cabeça. 
Muitas vezes tinha atitudes debochadas, lânguidas, ou até mesmo efeminadas, o que fazia um perfeito conjunto com as peles de felinos que gostava de usar. 
Apaixonou-se perdidamente por Ariadne, filha do rei Minos e amada do herói Teseu, vindo a desposa-la.

RELIGIÃO ROMANA: DIANA

Diana: Deusa da caça e da castidade
DIANA –deusa da caça muitas vezes relacionada com os ciclos da Lua
Em Roma, Diana (a Artemis grega) era a deusa da lua e da caça, filha de Júpiter e de Latona, e irmã gêmea de Apolo. Era muito ciosa de sua virgindade. 
Na mais famosa de suas aventuras, transformou em um cervo o caçador Acteão, que a viu nua durante o banho. Indiferente ao amor e caçadora infatigável, Diana era cultuada em templos rústicos nas florestas, onde os caçadores lhe ofereciam sacrifícios. Na mitologia romana, Diana era deusa dos animais selvagens e da caça, bem como dos animais domésticos. 
Filha de Júpiter e Latona, irmã gêmea de Apolo, obteve do pai permissão para não se casar e se manter sempre casta. Júpiter forneceu-lhe um séquito de sessenta oceânidas e vinte ninfas que, como ela, renunciaram ao casamento. 
Diana foi cedo identificada com a deusa grega Ártemis e depois absorveu a identificação de Artemis com Selene (Lua) e Hécate (ou Trívia), de que derivou a caracterização triformis dea ("deusa de três formas"), usada às vezes na literatura latina. O mais famoso de seus santuários ficava no bosque junto ao lago Nemi, perto de Arícia.
Pela tradição, o sacerdote devia ser um escravo fugitivo que matasse o antecessor em combate. 

Em Roma, seu templo mais importante localizava-se no monte Aventino e teria sido construído pelo rei Servius Tulius no século VI a.C.
 Festejavam-na nos idos (dia 13) de agosto. 
Na arte romana, era em geral representada como caçadora, com arco e aljava, acompanhada de um cão ou cervo.

RELIGIÃO ROMANA: CUPIDO

CUPIDO. O deus romano do Amor, .
Sempre retratado com seu arco,
pronto para disparar sobre o coração

 de homens e deuses.
Cúpido (Eros)CÚPIDO - Filho de Marte e de Vénus. Presidia aos prazeres e era representado na figura de um menino nu, com arco e aljava cheia de setas.
Para os antigos Gregos, era o amor uma força primordial e omnipresente originada com o universo no momento da criação. Durante o Império Romano, foi identificado como a personificação de um Deus que representava o amor na sua forma mais intensa, a paixão, filho das divindades Afrodite (Vénus) e Ares (Marte). 
Logo que Júpiter o viu nascer, calculando o trabalho que iria dar, mandou que a mãe se desfizesse dele; mas Vénus escondeu a criança na floresta, onde a alimentou com leite de cabra. 
Lá ele fez o famoso dardo e experimentou-o em animais antes de fazê-lo contra homens. Apesar de haver diferenças essenciais entre o que as duas civilizações, Grega e Romana, acreditavam ser esse Deus, seus mitos estão geralmente associados um ao outro. 
Eros (Cupido) é representado como um belo garoto armado com arco e flecha. 
Seu dom irresistível podia trazer tanto a felicidade como a infelicidade aos envolvidos.

RELIGIÃO ROMANA: ESCULÁPIO

Esculápio: deus da medicina
Esculápio: deus da medicina
Deus solar e da saúde, que com o nome latinizado de Esculápio, era o deus romano da medicina e da cura, herdado diretamente da mitologia grega, na qual tinha as mesmas propriedades. 
Filho de Apolo com a mortal Coronis, segundo reza uma narrativa mitológica cantada pelo poeta Píndaro (522-443 a.C.), foi tirado pelo pai do ventre da mãe no momento em que esta se encontrava na pira funerária, conferindo-lhe o simbolismo da vitória da vida sobre a morte. 
Nascido como mortal, aprendeu a arte da medicina com o centauro Quirón e uma serpente ensinou-lhe como usar uma planta para dar vida aos mortos.mas depois da sua morte foi-lhe concedida a imortalidade. 
Entre seus filhos com Epione foram particularmente importantes Panacéia, Hígia ou Higéia, as quais foram intimamente associada ao culto a seu pai, e Telésforo.
 Com seus infinitos conhecimentos em medicina e como um hábil cirurgião, segundo a Ilíada de Homero, ele podia devolver a vida aos mortos, embora não possuísse um caráter divino. 
Isso provocou a ira de Zeus que não queria ver Plutão perder os seus mortos e, também, por achar que ele pretendia igualar-se aos deuses tornando os seres humanos imortais, e o fulminou com um raio. 
Os atributos de Asclépio eram as
serpentes enroladas em um bastão, o caduceu,
que se transformou no símbolo da medicina.
Apolo, seu pai, irritou-se e atacou os Ciclopes, ferreiros que tinham um só olho, por estes terem feito o raio matador. 
Como punição, Zeus finalmente concordou em admiti-lo entre os deuses e tendo então o poder de curar aos enfermos e transformando-o na constelação Ofiúco. 
O seu culto teria começado em Epidauro, mas também e templos ou santuários espalharam se em outros locais, como Kos, Knidos e Pérgamo, onde os sacerdotes se dedicavam à cura de doentes e diziam-se descendentes diretos dele.
 Enquanto em Roma, cujo culto foi iniciado por ordem do conjunto de oráculos, denominado de profecias sibilinas (293 a.C.), era considerado uma divindade menor, foi especialmente venerado em outras províncias e muito prestigiado no mundo antigo. Seus segredos na arte da medicina eram preservados nas ilhas gregas de Kós e Kithnos por sacerdotes. 
Os santuários erigidos em sua homenagem se converteram em sanatórios e é o Patrono dos médicos. 
Normalmente era representado como um homem barbudo, com o ombro direito descoberto, de olhar sereno ao horizonte, ora acompanhado de sua filha Higia, deusa da saúde, ora sozinho.
 Seu braço esquerdo, sempre aparece apoiado em um cajado envolto com uma serpente, o caduceu, que se transformou no símbolo moderno da medicina.

RELIGIÃO ROMANA: FEBO

Febo
Febo ("brilhante, luminoso") era o deus romano equivalente ao grego Apolo, de cujo nome passou a ser um epíteto. Irmão gêmeo de Diana, também conhecida por Ártemis, e também filho de Júpiter com Latona. Personificava a luz, era o deus das músicas, e o mais belo de Roma.
De acordo com a mitologia, quando Juno descobriu que a mãe de Febo estava grávida de seu esposo Júpiter, ficou muito enciumada e pediu para que a deusa Gaia não cedesse lugar algum da terra para que a pobre mulher pudesse ter seus filhos, tendo, assim, com o ventre dolorido atravessado o mundo todo sem jamais receber abrigo de quem quer que fosse, pois todos tinham medo da ira das duas deusas. Depois de muito vagar, Latona acabou por chegar à Ortígia, encontrando, finalmente, um lugar seguro onde pudesse dar à luz os seus dois filhos. Ortígia era uma ilha flutuante — não estando fixa em lugar algum — e portanto não fazendo parte da terra.
Logo após seu nascimento, Febo matou a serpente Píton em Delfos, lugar onde foi construído o mais célebre de seus templos. Entre seus tantos filhos, o seu mais querido e também o mais conhecido é o deus da medicina, Esculápio.

RELIGIÃO ROMANA: MARTE

MARTE: deus da guerra

MARTE: deus da guerra
O deus da guerra e da violência aparece-nos
sempre em atitude de repouso.
Tem, por vezes, numa das mãos a Vitória, como Júpiter ou Minerva.
Marte era o deus romano da guerra, equivalente ao deus grego Ares. Filho de Juno e de Júpiter, era considerado o deus da guerra sangrenta, ao contrário de sua irmã Minerva, que representava a guerra justa e diplomática, mais intelectual do que manual.
Minerva havia nascido da cabeça de Júpiter. Os dois irmãos viviam às turras e tiveram uma rixa, que acabou culminando numa batalha perto das muralhas da cidade de Tróia.
Cada um dos irmãos se defendeu com seu exército e Marte, protector dos troianos, acabou derrotado.
Talvez isso nos indique que a guerra baseada somente na acção sem a razão é fadada ao insucesso.
Porém Marte, apesar de bárbaro e cruel, impetuoso e agressivo em suas batalhas, se apaixonou por Vénus com a qual formou um par romântico.
Com ela teve um filho, Cupido (sim aquele que com sua flecha provoca o amor nos seres humanos!), e teve uma filha mortal, Harmonia, numa relação adúltera com a esposa do deus Vulcano.

RELIGIÃO ROMANA: MERCÚRIO


MERCÚRIO – deus mensageiro
Dono do caduceu, objeto mágico 
capaz de transformar em ouro aquilo que tocasse,
o deus Mercúrio foi escolhido como
 um dos símbolos da Contabilidade,
MERCÚRIO – deus mensageiroFilho de Júpiter e de Maia. Deus da eloquência, do comércio e dos ladrões. 
Era o mensageiro dos deuses, particularmente de Júpiter, que lhe pegara na cabeça e nos calcanhares asas para as suas ordens serem executadas com uma maior rapidez.
Mercúrio era o deus romano encarregado de levar as mensagens de Júpiter.

 Era filho de Júpiter e de Bona Dea e nasceu em Cilene, monte de Arcádia. 
Os seus atributos incluem uma bolsa, umas sandálias e um capacete com asas, uma varinha de condão e o caduceu. 
Quando Proserpina foi raptada, tentou resgatá-la dos infernos sem muito sucesso.
 Era o deus da eloqüência, do comércio, dos viajantes e dos ladrões, a personificação da inteligência. Correspondia ao Hermes grego, protetor dos rebanhos, dos viajantes e comerciantes: muito rápido, era o mensageiro. 
O planeta Mercúrio provavelmente recebeu este nome porque se move rapidamente no céu.

RELIGIÃO ROMANA: MINERVA

MINERVA: deusa da sabedoria
Minerva corresponde à deusa Atena
na mitologia grega
Minerva era filha de Júpiter, após este engolir a deusa Métis (Prudência). Com uma forte dor de cabeça, pediu a Vulcano que abrisse sua cabeça com o seu melhor machado, após o qual saiu Minerva, já adulta, portando escudo, lança e armadura. Era considerada uma das duas deusas virgens, ao lado de Diana.
Deusa da sabedoria, das artes e da guerra, era filha de Júpiter. Minerva e Neptuno disputaram entre si qual dos dois daria o nome à cidade que Cécropes, rei dos atenienses, havia mandado construir na Ática. Essa honra caberia àquele que fizesse coisa de maior beleza e significado. Minerva, com um golpe de lança, fez nascer da terra uma oliveira em flor, e Neptuno, com um golpe do seu tridente, fez nascer um cavalo alado e fogoso. Os deuses, que presidiram a este duelo, decidiram em favor de Minerva, já que a oliveira florida, além de muito bela, era o símbolo da paz. Assim, a cidade nova da Ática foi chamada Atenas, de Atena, nome que os gregos davam a esta deusa.
Minerva representa-se com um capacete na cabeça, escudo no braço e lança na mão, porque era deusa da guerra, tendo junto de si um mocho e vários instrumentos matemáticos, por ser também deusa da sabedoria. A Minerva é o símbolo oficial dos engenheiros.
Outra figura mitológica ligada à Justiça é Minerva, também conhecida na Roma antiga, pelo nome de Palas Atena. É a deusa da sabedoria e da guerra. Seu pássaro favorito é a coruja, sendo representada, nas telas, de capacete, com o escudo na mão ou sobre o peito, e a lança de guerreira.

RELIGIÃO ROMANA: NEPTUNO

NEPTUNO – deus dos mares
Netuno corresponde na 
mitologia grega a Poseidon
Filho de Saturno e de Reia, irmão de Júpiter e de Plutão. Deus do Mar, casou com Anfitrite.
Era representado com um tridente na mão sobre um coche puxado por cavalos-marinhos.
Era, com os irmãos Hades (Plutão) e Zeus (Júpiter), um dos Deuses supremos que partilhavam o comando do universo. 

Sob seu controle estavam os mares e os oceanos da Terra, locais que habitava e reinava soberano. 
À sua passagem as águas as águas se abriam alegremente. Esposo de Anfirite. 
É representado sempre com um tridente, símbolo dos mares. 
Poiseidon (Neptuno), junto aos irmãos, destruiu seu pai Cronos, cabendo-lhe na divisão do universo promovida pelo novo Deus Supremo, Zeus, o domínio sobre os mares e tudo mais que se relaciona às águas, tais como: os lagos, os rios, as fontes e as tempestades. Posêidon era uma divindade inferior apenas a Zeus. 
Assim como este, que concentrava nos raios a representação de toda sua autoridade e poder, Poseidon dispunha de seu tridente para o mesmo fim.

RELIGIÃO ROMANA: PLUTÃO

Plutão (Hades) : deus do submundo e das riquezas dos mortos
Plutão, o outro filho de Saturno,
 herdou o Mundo Subterrâneo dos mortos.
Os Ciclopes deram-lhe um capacete
que o tornava invisível
Recebeu o reino das Trevas e da Morte.
 Encerrado em seu palácio infernal, envia aos campos de batalha as Queres (filhas da noite), que enterram as unhas dos guerreiros feridos e os conduzem para o Tártaro. 
As almas descem até o rio Estige, que atravessam numa barca conduzida por Caronte; este barqueiro cobrava de cada alma um êmbolo (moeda) para as levar ao reino das trevas. 
O nome deste Deus está relacionado a Plutão devido ao planeta estar tão longe do Sol, e em perpétua escuridão. 
Alguns dizem que ele recebeu este nome porque "PL" são as iniciais do nome do descobridor do planeta, Percival Lowell. 
Por causa de sua fealdade ou da dureza de sua fisionomia, por causa sobretudo da tristeza do seu império, nenhuma deusa consentiu em associar-se à sua coroa. 
Foi por isso que resolveu raptar Prosérpina e fazê-la sua esposa. 
Não teve nenhum filho.

RELIGIÃO ROMANA: SATURNO

Saturno 
Saturno ; deus da agricultura(Cronos - que significa tempo)
Deus da mitologia pré-helênica ao qual se atribuíam funções relacionadas com a agricultura, mas de um caráter sinistro e negativo. Era filho de Urano (o céu) e de Gaia ou Géia (a terra) e comandante dos Titãs. 

Casou-se com Réia. 
Temendo que seus filhos lhe roubassem o poder, devorava-os ao nascerem. 
No entanto, Réia conseguiu salvar Júpiter, Netuno e Plutão. Quando Zeus cresceu, cumpriu a profecia e o fez vomitar os outros irmãos, ainda vivos, e o expulsou do Olimpo, banindo-o para o Tártaro, lugar de tormento. 
E assim como o pai simbolizava o tempo, ao derrotá-lo, Zeus tornou os deuses imortais. 
Normalmente era representado como um ancião empunhando uma foice. 
Segundo os romanos, ao fugir do Olimpo, ele levara a agricultura para Roma, com o que recuperava suas primitivas funções agrícolas e, em sua homenagem, celebravam-se as saturnálias.

RELIGIÃO ROMANA: VULCANO

Vulcano (Hefaístos): deus do fogo
Vulcano (Hefaístos)
Deus ferreiro. 
Era extremamente feio, disforme e estropiado, porém, o mais habilidoso e criativo dos deuses. 
Costumava fazer todas as espécies de trabalhos. Forjou raios para Júpiter e armas para Aquiles, e jóias para as deusas. 
Presidia o poder utilitário do fogo, a metalurgia e os trabalhos manufaturados com metal. 
O martelo era seu símbolo sagrado. 
Era filho de Zeus (Júpiter) e Hera (Juno), os soberanos dos Deuses. Apesar de possuir tão admiráveis genitores, Hefaístos (Vulcano) nasceu bastante feio fisicamente, o que, de início, suscitou desagrado e desprezo por parte de seus pais. Hefestos parecia compensar sua feiúria dedicando-se de forma compulsiva ao trabalho. 
A capacidade criadora que revelava, produzindo muitas coisas divinas, garantiu-lhe o respeito de todos os Deuses. 
Vários deles claramente dependeram ou precisaram de seus serviços. Vulcano foi o rei do ferro, bronze, ouro e prata

RELIGIÃO ROMANA: VÉNUS

Vénus é a deusa do panteão romano, equivalente a Afrodite no panteão grego.
Vénus...
 É a deusa do Amor e da Beleza. 
O nome vem acompanhado, por vezes, de epítetos como "Citereia" já que, aquando do nascimento, teria passado por Citera, onde era adorada sob este nome.
O mito do nascimento conta que surgiu de dentro de uma concha de madrepérola, tendo sido gerada pelas espumas (afros, em grego). 

Em outra versão, é filha de Júpiter e Dione. 
Era considerada esposa de Vulcano, o deus manco, mas mantinha uma relação adúltera com Marte.
Vénus foi uma das divindades mais veneradas entre os antigos, sobretudo na cidade de Pafos, onde templo era admirável. 
Tinha um olhar vago, e cultuava-se o zanago dos olhos como ideal da beleza feminina. Possuía um carro puxado por cisnes.
Vénus possui muitas formas de representação artística, desde a clássica (greco-romana) até às modernas, passando pela renascentista. 

É de uma anatomia divinal, daí considerada pelos antigos gregos e romanos como a deusa do erotismo, da beleza e do amor.
Os romanos consideravam-se descendentes da deusa pelo lado de Eneias, o fundador mítico da raça romana, que era filho de Vénus com o mortal Anquises.

RELIGIÃO ROMANA: CERES

Ceres, no Museu do Louvre em Paris
Ceres, na mitologia romana, equivalente à deusa grega, Deméter, filha de Saturno e Cibele , amante e irmã de Júpiter, irmã de Juno , Vesta, Netuno e Plutão, e mãe de Proserpina com Júpiter.
Patrona da Sicília, Ceres pediu a Júpiter para que a Sicília fosse colocada nos céus; como resultado, e porque a ilha tem forma triangular, criou a constelação Triangulum , um dos antigos nomes era Sicilia.
Ceres era a deusa das plantas que brotam (particularmente dos grãos) e do amor maternal.

 Diz-se que foi adotada pelos romanos em 496 a.C. durante uma fome devastadora, quando os livros Sibilinos avisaram para que se adotassem a deusa grega Deméter, Cora (Perséfone) e Dionísio.
A deusa era personificada e celebrada por mulheres em rituais secretos no festival de Ambarvalia, em Maio. Existia um templo dedicado a Ceres no monte Aventino em Roma. O seu primeiro festival era a Cereália ou Ludi Ceriales ("jogos de Ceres"), instituidos no século III a.C. e celebrados anualmente de 12 de Abril a 19 de Abril. 

A veneração de Ceres ficou associada às classes plebeias, que dominavam o comércio de cereais. Sabe-se muito pouco sobre os rituais de veneração a Ceres; um dos poucos costumes que foram registados era uma prática de apertar ligas nas caudas das raposas e que eram largadas no Circus Maximus.
Ela tinha doze deuses menores que a assistiam, e estavam encarregues de aspectos específicos da lavoura.
Ceres era retratada na arte com um cetro, um cesto de flores e frutos e tinha uma coroa feita de orelhas de trigo.
A palavra cereal deriva de Ceres, comemorando a associação da deusa com os grãos comestíveis. 

O nome Ceres provém de "ker", de raíz Indo-Europeia e que significa "crescer", também é a raíz das palavras "criar" e "incrementar".